sábado, 11 de fevereiro de 2012


Até onde vai essa mentalidade podre?
”Esse mundo está cada vez mais me assustando… Ou talvez algumas pessoas as quais nele residem. Olha sinceramente se você for parar para pensar como os seres humanos se comportam, você fica louco ou, como eu, chega a conclusão que anos de evolução intelectual e física são jogados literalmente no lixo por alguns. Agora olha para o  lado e você percebe outros animais, de outras espécies com comportamentos mais dignos de humanos do que os próprios humanos. A mentalidade de coletividade, que por exemplo as orcas possuem, assusta, na medida em que vemos humanos cada vez mais individualistas, ultrapassando o conceito de  individualidade invadindo o campo do egoísmo. Estamos esquecendo que vivemos juntos, em uma sociedade. Não sabemos mais respeitar as diferenças, talvez porque uma minoria hipócrita dita regras, que na verdade são dogmas, os quais por sua vez terão que ser respeitados ou aceitos , caso contrário você é louco, esquisito, estranho, mas como dizia o escritor Chesterton: “O louco não perdeu a razão. O louco perdeu tudo, exceto a razão’’, às vezes fico pensando que perdemos possíveis grandes líderes para o hospício. É de minha preferência o quadrúpede que sabe viver, aceitando o outro como ele é, do que ser bípede e imbecil, demonstrando que tanta evolução pode cegar alguns e levar para o lado mais cruel da arrogância que é a eterna ignorância. Afinal, pode perceber, onde tem exacerbada arrogância, existe também ignorância. Achar que sabe tudo sobre o mundo, conhecedor de todos os humanos é ingenuidade e vale ressaltar: somos todos diferentes, logo não existe leis que nos encaixe numa fórmula de matemática para descobrir o que nós somos. Somos o que nós somos e pelo jeito estamos fracassados perante outras espécies, até porque sempre fomos distintos um dos outros, embora sejamos da mesma espécie, então porque essa droga de preconceito logo em pleno século XXI? Já que sabemos que o mesmo é inevitável no conhecimento do outro, ele se constrói e se desconstrói no cotidiano, na vivência. O estranho dessa sociedade está no desrespeito com o outro. “

Jéssica Farias

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