quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

" Nenhuma dor é tão mortal quanto a luta para sermos nós mesmos."


Levguêni Vinokurov.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012


“È a imagem na mente que nos une aos tesouros perdidos, mas é a perda que dá forma à imagem.”
Colette


 O mundo agradece por você, Vitor, existir! Espelho, exemplo de dignidade e o mais importante de amor ao próximo. Você tem a alma tão heróica que seguiu direitinho o que nosso mestre Jesus disse: Amai uns aos outros como a ti mesmo e você assim o fez. Brilhante! Não nega o significado do seu nome: Vencedor, do latim: vitória, triunfo. E que essa sua energia angelical realmente triunfe na humanidade.


sábado, 11 de fevereiro de 2012

Inacreditável que perdemos um anjo de belíssima voz. Talvez não seja nem uma perda, mas sim um tempo pra quem precisa descansar ou simplesmente dar tempo ao tempo... Que a lembrança da sua suave voz permaneça em nossas vidas... Muita luz Whitney  Houston!!!


Uma sábia e linda opinião:
“Os politicamente corretos acham que são como o Superman, o cara dotado de dons superiores, que vai defender os fracos, oprimidos e impotentes. E acredite: isso é racismo, pois transmite a ideia de superioridade que essas pessoas sentem de si em relação aos seus “defendidos” .(…)
Na minha cabeça, você será apenas preto e eu, branco, da mesma raça - a raça humana. E você nunca me verá por aí com uma camiseta escrita “100% humano”, pois não tenho orgulho nenhum de ser dessa raça que discute coisas idiotas de uma forma superficial e discrimina o próprio irmão.” Danilo Gentili.
Acho que vale a pena refletirmos sobre o que Danilo falou. Sábias palavras!!! Valeu!!!!




 “Como pode o Cazuza naquela época ter sido tão original? São impressionantes suas palavras e eu realmente concordo quando o mesmo cantou que via um museu de grandes novidades, afinal, se quiser saber como será o futuro é só fazer um pequeno estudo de como foi seu passado... Enquanto isso é preciso amar as pessoas como se não houvesse o amanhã, até porque o hoje foi o futuro de ontem e assim se faz história, vivendo... Hoje acrescentaria que é preciso não só amar as pessoas, mas tudo que tem vida, inclusive o nosso planeta para que não tenhamos um futuro desastroso. Por mais que tenhamos uma bela e equilibrada relação com a energia cósmica, ainda pagaremos pelo coletivo e esse é o conceito de renovação energética e de justiça.”
Jéssica Farias


Até onde vai essa mentalidade podre?
”Esse mundo está cada vez mais me assustando… Ou talvez algumas pessoas as quais nele residem. Olha sinceramente se você for parar para pensar como os seres humanos se comportam, você fica louco ou, como eu, chega a conclusão que anos de evolução intelectual e física são jogados literalmente no lixo por alguns. Agora olha para o  lado e você percebe outros animais, de outras espécies com comportamentos mais dignos de humanos do que os próprios humanos. A mentalidade de coletividade, que por exemplo as orcas possuem, assusta, na medida em que vemos humanos cada vez mais individualistas, ultrapassando o conceito de  individualidade invadindo o campo do egoísmo. Estamos esquecendo que vivemos juntos, em uma sociedade. Não sabemos mais respeitar as diferenças, talvez porque uma minoria hipócrita dita regras, que na verdade são dogmas, os quais por sua vez terão que ser respeitados ou aceitos , caso contrário você é louco, esquisito, estranho, mas como dizia o escritor Chesterton: “O louco não perdeu a razão. O louco perdeu tudo, exceto a razão’’, às vezes fico pensando que perdemos possíveis grandes líderes para o hospício. É de minha preferência o quadrúpede que sabe viver, aceitando o outro como ele é, do que ser bípede e imbecil, demonstrando que tanta evolução pode cegar alguns e levar para o lado mais cruel da arrogância que é a eterna ignorância. Afinal, pode perceber, onde tem exacerbada arrogância, existe também ignorância. Achar que sabe tudo sobre o mundo, conhecedor de todos os humanos é ingenuidade e vale ressaltar: somos todos diferentes, logo não existe leis que nos encaixe numa fórmula de matemática para descobrir o que nós somos. Somos o que nós somos e pelo jeito estamos fracassados perante outras espécies, até porque sempre fomos distintos um dos outros, embora sejamos da mesma espécie, então porque essa droga de preconceito logo em pleno século XXI? Já que sabemos que o mesmo é inevitável no conhecimento do outro, ele se constrói e se desconstrói no cotidiano, na vivência. O estranho dessa sociedade está no desrespeito com o outro. “

Jéssica Farias